13.7.09

Lá se vão as férias... (vida acadêmica)

Agora, dia quinze, as minhas férias vão acabar... Não houve descanso mas estudo! Em duas semanas li mais livros e textos do que durante todo o semestre que passou (e olha que eu estudo todos os dias, há quatro anos). O motivo: a prova de transferência facultativa para a Universidade de Brasíla.
Faz mais de vinte anos a primeira vez que tentei entrar para a Unb, via vestibular. Reprovei numa prova específica para o curso de arquitetura. Acabei estudando administração na AEUDF. Depois fiz especialização na FGV e comecei a cursar, por pouquíssimo tempo, direito no Ceub.
Agora que estou a três semestres do fim deste curso, na Universidade Católica, surgiu a oportunidade de ingressar na Unb.
Fiz a prova domingo passado e, se tudo der certo, terei a oportunidade de concluir meu curso em uma universidade pública, diminuindo bastante as minhas despesas.
Há algum tempo decidi que não iria mais parar de estudar. Pelo jeito parece que não vou mesmo...
Lamento não ter saído de férias com a família, mas este concurso apareceu de repente. Enfim, ano que vem taí... Vamos sonhar com uma praia bem gostosa, peixe frito, cerveja gelada, água de coco, pés descalços, uma rede e ondas...

14.4.09

Vietnã

Neste final de semana assisti a uma reportagem bem interessante sobre o Vietnã.
Nela levantou-se a seguinte questão: Como um país pobre, isolado do mundo e dito atrasado em termos tecnológicos conseguiu derrotar três grandes potências mundiais - China, EUA e França.
Sem a pretensão de apresentar uma conclusão simplista, vários aspectos da cultura e da tradição vietnamita foram abordados.
Me chamou a atenção a felicidade de um povo que basicamente vive no campo cultivando arroz, pescando no Rio Negro e fazendo engenhos com bambu. Sempre ouvi falar das armadilhas usadas para surpreender os soldados americanos, mas o que vi na TV foram apenas rodas d'água e alicerces de casas feitas com este material. Enquanto nossas construções de alvenaria estão constantemente precisando de reformas, as deles duram tranquilamente vinte e cinco anos, e, quando estragam, são naturalmente substituídas por outras, preservando-se o meio ambiente.
Outros traços culturais evidenciados pela matéria foram a valorização e o respeito à família. Eles rendem cultos aos antepassados e dedicam suas vidas para garantir a sobrevivência das gerações futuras.
Olhando-se o mapa mundi, vimos o Vietnã encravado no pé da China. Por questões estratégicas, seu amplo litoral sempre foi objeto de cobiça. No entanto, resistiram às invasões e mantiveram-se fiéis às suas tradições.
Como eles conseguiram, só eles sabem...